quarta-feira, 22 de abril de 2015

Resenha Princesa Implacável - Mary Oliveira

Título: Princesa Implacável
Autora: Mary Oliveira
Editora: Independente
Numero de páginas: 408
Ano: 2015
Nota:

Sinopse: Hannah nunca fora um paradigma no que diz respeito ao seu título de princesa. Na verdade, ela sempre tentara fugir dos padrões estabelecidos pelas leis e doutrinas equivocadamente impostas na sociedade em que vive.
E por mais que estivesse sempre disposta a sair do conto de falhas que sua vida era, ela não conseguira. Nunca tivera sequer uma chance. Até agora.
Após ser obrigada a um casamento com um homem sete anos mais velho, homem este responsável por algo terrível na vida de outra mulher, ela se surpreende quando em sua noite de núpcias ele lhe faz uma proposta.
Poderia ser a coisa mais louca que ela faria para fugir de coisas como seu pai e a coroa que com o decorrer dos anos, passou a odiar. Mas era válido e talvez fosse sua última chance.
A questão era que o destino lhe reservara uma surpresa, um imprevisto. E este agiu de forma inexorável ante todos os seus planos. Mas foi o que a ajudou a descobrir o que estava por trás de seu casamento. E principalmente, a começar a entender os motivos que levaram seu marido a lhe oferecer aquele acordo. No fim, ela percebera que haviam mais segredos e perigos envolvendo a união dos dois, do que imaginara.

Resenha: Princesa implacável nos remete ao mundo encantado de príncipes, castelos, guardas e criados. Hannah e Henry são o foco.
 Em que século se passa? XXI. E ainda tem a lei dos casamentos arranjados? Sim. Hannah se casa odiando seu marido Henry. Seu ódio tem um motivo especifico que não vou contar, e é explanado ao decorrer do livro. Voltando a questão da época, temos o uso do celular. É quase o único objeto que trás a sensação de que o livro se passa nos dias de hoje. Bom para mim foi um lembrete bem vindo, pois amo historias de época e com a questão de príncipes, criados, guardas, castelos acabava imaginando sem outra época.
O principado fica próximo à Itália e quem cuida de todas as obrigações são os pais de Hannah e Henry. Ai você me pergunta dois príncipes para um principado? Não. Hannah é de um principado e Henry de outro. Quando se casam vão para o de Henry, Constia. Esse é um de seus problemas. Tem o rei que cuida de certa parte, mas no livro o que temos são duas “províncias” comandas por príncipes titulares.
Apesar de ser um clichê o príncipe e aprincesa se casam bom pelo menos na teoria, não é isso que acontece. Aqui não temos o antes do casamento, o cortejo do príncipe ou as tentativas de escapada dela. A Mary nos trás o casamento. O convívio do dia a dia entre os dois, o que já foge do clichê.  Usando com exemplo a serie da Kiera Cass, na serie vemos como América e Maxon se conhecem e blá blá. Aqui aprendemos junto com a Hannah os sentimentos de estar dentro de um casamento arranjado.
O que eu senti falta aqui foi à falta de exploração das tecnologias que temos hoje, ia ser bem legar algumas trocas de e-mails, ou mensagens de texto. Coisa que lembrasse a nós leitores que é diferente de historias que se passam no século XVIII pra frente. É só uma dica se surgir outra historia que se aproxime do tema. Pois se mexer em princesa implacável estará estragando o todo o trabalho da escrita de algo fantástico.
Quando peguei para ler, como sempre, comecei jugando a capa. E não esperava tanto. É uma capa linda sim, porém simples. E agora vejo o quanto isso deu um charme a mais ao conjunto de toda a obra.

Vocês podem achar que estou fazendo essa resenha “boa” sobre o livro por que ela é parceira, mas não. Tudo o que esta escrito aqui veio do fundo do meu coração. Eu mal acabei de ler a historia, serio coisa minutos já estava aqui colocando no papel todas as minhas opiniões sobre essa obra. (não sei o dia que entrará no ar, mas estro escrevendo a meia noite de um dia qualquer)





Por: Carol Cadiz

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