quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Resenha do livro: Cidades de Papel

Título: Cidades de papel
Autor (a): John Green
Número de páginas: 368
Editora: Intrínseca
Ano: 2013
Nota:
Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo agora é um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido a seguir em direção a um caminho tortuoso. Quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Resenha: sinceramente ainda não me decidi se gosto ou não desse livro. São tantos elementos positivos e negativos que se equilibram de uma forma que eu não consigo dizer se eu gostei ou detestei.
Aqui conhecemos Quentin que nutre uma paixão platônica por Margo, a menina popular e perfeita, de aparência. Ele tem uma ideia formada sobre ela desde quando eram crianças, quando se conheceram. Eles são vizinhos mais acabaram se afastando com o passar do tempo e as amizades distintas.
No ultimo ano da escola, mais especificamente nos últimos meses, Margo surpreende Quentin aparecendo na janela de seu quarto e o arrastando para uma noite cheia de aventuras que ele nunca se imaginou fazendo.  Essa é a ultima noite de Mago na cidade, bem, antes de ela desaparecer do mapa. Conhecida por esses sumiços doidos, a família fica preocupada nos primeiros dias, e olhe lá, e Quentin descobre que ela é famosa por deixar pistas malucas indicando onde poderia estar. Mas essas pistas são tão misteriosas quanto a própria Margo.
É correndo atrás de qualquer caminho que o leve para próximo da Margo, que Quentin se torna obcecado a procura das pistas que ela pode ter deixado. Ele acha que ela deixa dicas para ele, e somente ele, para ser encontrada.
Essa obsessão dele que irritou profundamente, um menino prodígio, nerd, “perde” o interesse pela escola e amigos para focar apenas na misteriosa Margo que precisa dele. Fora que essa Margo quase nem aparece de verdade, é citado por ele como uma deusa, que deve ser idolatrada.
O que eu gostei é o fato de o livro se bom para dar uma avaliada se estamos dando valor a coisa certa. E tem varias frases que temos que levar para a vida de uma forma construtiva.
Desse livro eu fico com o começo e uma parte do final. O meio eu descarto totalmente, pois ficou tediosamente chato.  E o final uma parte por que ele foi diferente, deu uma chocadinha bem de leve? Sim. Mas a pouca personalidade que a Margo demonstrou de verdade durante as poucas paginas que estava presente, sem ser na cabeça de Quentin, me fez pensar nela como uma pessoa que consegue ser previsível tentando ser imprevisível.  É uma menina mimada, cansada do mundo, querendo mostrar que é resistente aos obstáculos de verdade.
Essa é uma personagem que odiei profundamente. O Quentin  é bacana tirando o lado investigador psicopata.

Por: Carol Cadiz.

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